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Arquivo do mês: julho 2014

Fim da dieta!

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Amigos, hoje é o último dia da minha dieta! Foi uma experiência muito interessante. Os primeiros 15 dias foram completamente livres de proteína animal. Logo depois, Alexis quebrou o braço, passamos a manhã no hospital e não tivemos tempo de ir no mercado de frutas e legumes de Avignon, então a dieta ficou desfalcada e acabei incluindo leite (como previsto desde o início) para não passar mal.

Não tive uma grande perda de peso e nem esperava por isso, mas 3 quilos foram embora e me sinto bem assim!!!

Senti falta de açúcar em alguns momentos, principalmente quando estava todo mundo tomando sorvete neste calor daqui, mas descobri que suco de laranja com banana é quase tão prazeroso quanto!

Sair de casa e andar tira a fome! Mas não passei fome. Pelo contrário, comi bastante!

Um agradecimento especial à amiga indiana Kaaviya que cozinhou comida vegetariana indiana para mim várias vezes por semana e que me incentivou em tudo que eu fazia, inclusive a cozinhar. Muito obrigada!

Segue vídeo gravado errado (esqueci de virar a tela). Me dê um desconto, amanhã é meu aniversário!

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11 anos atrás, na TV da faculdade

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Há onze anos eu trabalhava como estagiária na tv da faculdade! Foi uma experiência sem igual! Conheci pessoas sensacionais com as quais tenho o prazer de manter contato até hoje, tive grandes oportunidades de entrevistar gente que admirava e uni também uma coleção de pequenas histórias. Muitas delas vividas dentro da kombi que nos levava para as externas!

Vou relatar algumas lembranças daquele tempo.

Nas primeiras vezes que fui fazer a chamada “externa”, ou seja, sair da redação para fazer uma reportagem ou uma entrevista, fui acompanhando a Lenora, que era minha colega de programa (e todo mundo já fazia piadinha com isso). Um belo dia, chegando no lugar da entrevista, ela olha para os meus pés e diz: “Você sabia que está com um sapato diferente em cada pé?”. Eu ri e disse que claro que não. Quando olhei pra baixo, de fato, eu estava com um diferente em cada pé. O entrevistado não percebeu.

Outras vezes, acompanhei o Davi de Carvalho! Na época, eu tinha um outro blog e o Davi ia na Van contando que tudo que ele queria era que eu mandasse um abraço pra ele no meu blog (um abraço pra você, Davi, que hoje é um super ator no Rio de Janeiro!), e depois ele contava como convenceu a nova estagiária de que só se alimentava de luz. E que quando tinha luz demais na redação (todas acesas) ele ficava cheio e tinha que ir pra cozinha, onde a luz estava apagada! A nova estagiária se impressionava com o ator!

Luciana foi a culpada de eu ter deixado de ser produtora para virar repórter. Mas eu não tinha roupa de repórter e nem jeito de repórter. Sempre tive birra com a minha voz, mesmo assim, adorava as externas. E os câmeras eram suficientemente atenciosos! Assim como os entrevistados, superinteressantes e agradáveis.

Davi e Luciana estavam produzindo um programa de Cultura sobre dança e uma das fontes que eles procuravam era o Rui Moreira, bailarino renomado. Durante a semana inteira Davi tentou falar com Rui no telefone, sem sucesso. Até que finalmente me enviou para a externa para falar com todos do grupo e talvez com o próprio se eu desse sorte. Depois que saí com a Kombi, ele se lembrou que faltava alguma coisa. Então tentou me contatar no celular sem sucesso. Desesperado! Começou a ligar para a companhia, para ver se conseguia falar comigo.

– Alô, companhia de Dança.

– Oi, quem está falando?

– É o Rui Moreira.

– Oi, Rui, tudo bem? Chama a Diorela pra mim?

Segundos mais tarde, um homem maravilhoso se aproxima e pergunta “você que é a moça da TV?”, “sim”. “Telefone pra você”!

 

Ser a moça da TV não me dava o menor glamour na vida. Talvez a Luiza tenha tido um pouco mais de glamour porque ela trabalhava com esportes Radicais, no programa que mais fazia sucesso na TV. Eu não, eu era uma produtora/repórter bem pacata. Na época, achava que para ser legal, a gente tinha que usar sapato baixo e roupa sem graça, então, realmente, não dei chance para a sorte naquela carreira. Queria pedir que todos que foram meus colegas na época esquecessem como eu me vestia. Vamos recomeçar uma relação!

 

Durante um período tivemos curso de apresentação de telejornal com um apresentador superbonito, mas um pouco arrogante. Ele falava mais dele que da profissão em si (para falar de você mesmo o ideal é ter um blog!!!), e a gente ficava lá babando. Hoje eu vejo que a melhor parte daquele curso foi o fato de ele ter nos apresentado sua cabeleireira para nos dar um trato, o que foi excelente. Estávamos precisando! Eu principalmente. Custei para ler o teleprompter e até hoje tenho profunda admiração por quem o faz, mas só de começar a usar rímel aos 21 anos de idade, o curso já valeu a pena!

 

Foi na produção de um programa sobre saúde que descobri que comer açúcar para matar a fome é uma forma de suicídio do seu pâncreas. Muito cuidado. Foi também neste programa que entrevistamos diversos médicos renomados e em uma ocasião, a câmera não gravou nada. Tivemos que ligar para ele pedindo a entrevista de novo. Como me doeu fazer isso, mas ele foi gentil! Tenho saudade daquele programa e do apresentador dele, o Gustavo, um cara mais velho, superengraçado, que tinha uma paciência incrível comigo. Aposto que já ficou rico, Gustavo!

 

Ludmila adorava dar o golpe do telefone. Ligava pra gente fingindo ser uma fã da TV de outro telefone da TV, fazendo voz de adolescente. Eu sempre caía! Igual o Moe!

 

Rafinha tinha mais 100 horas extras por semana. O maior workaholic da tv é também uma enciclopédia da história da televisão brasileira. Me sinto honrada de ter dividido uma redação com você. Aliás, com todos! Junto com Rafinha, três outros produtores da TV ganharam um prêmio pelo programa sobre os bastidores da fábrica da Garoto. Eles foram de trem, fizeram tudo na raça. Mas poucos foram os convidados para o cocquetel de premiação. Sem sentido.

 

Eloi foi um caso à parte na TV. Ele já tinha experiência com a Futura quando entrou pra trabalhar com a gente e no seu currículo, havia um dado interessante. Aos 14 anos, o garoto acabou com a evasão escolar de Lagoa Santa e apareceu no antigo Gente que Faz. Ele era nossa inspiração da juventude. Fora que ele criava personagens engraçadíssimos, que nos fizeram engasgar no rodízio de pizza do Pizza Hut (para onde íamos todo aniversário de alguém).

 

Leandro era um chato. Reclamava de tudo. Do governo, do chefe, da produção, da roupa do entrevistado, do sol, da falta de sol, dos professores etc. Mas a gente gostava dele. Descobrimos que ele tinha o dom para a coisa. Fizemos um blog em conjunto uma época (eu esqueci a senha, alguém ainda tem?), e ele era dos mais ativos e mais divertidos. Foi Leandro que fez todo mundo cair no samba e dessas noitadas com macarrão do Bolão no final eu tenho muita saudade. Hoje ele é  bem empregado, casado, apaixonado, feliz e acho que nunca mais reclamou! Pelo menos nunca mais teve motivo!

 

 

Um dos meus últimos trabalhos, foi uma entrevista com o Amaranto, grupo de canto que eu idolatrava! Simone, minha amiga, era a produtora da vez e fez o favor de me escalar para fazer a matéria. Que presente! Já estava tudo perfeito, até que uma das cantoras do grupo comentou que conhecia meu blog. Virgínia Woolf tem uma frase em que diz que escrever é um grande prazer e ser lido é um prazer menor. Não sei se concordo em absoluto. Naquele dia, o grande prazer, embora com um pouco de vergonha, foi o de ser lida!

 

Um dos grandes dias que passei na redação, nem tem nada a ver com a redação. Mas foi exatamente num quatro de julho (dia em que o texto foi escrito). Eu estava lá tentando fazer os contatos, agendando coisas, escrevendo perguntas, quando meu telefone tocou. Era minha tia do hospital. Mariana acabara de chegar no mundo! Fiquei tão feliz!!! Fui até a cozinha onde estavam meus amigos e anunciei feliz “Gente!!! Eu tenho uma prima!!!!!”. No que todos se entreolharam e responderam “ué, a gente também”!

Que saudade daquele povo!

Mari, feliz aniversário pra você!!!

 

 

Azzuca na Copa: Brasil x Colômbia

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Esta semana Azzuca completou um aninho de vida! Ela tem sido a minha melhor companheira para trabalhos, estudos e até para os momentos tão necessários de solidão. Obrigada, pequetita. Vida longa pra você. Todas as sete!

“O menor dos felinos é uma obra de mestre”. Leonardo da Vinci

AzzucaEu

Azzuca flor amarela

 

AzzucaTeto

 

Carinho Eu Azzuca

AzzucaDorme

 

AzzucaCopo